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Edição número 3, 7 de dezembro de 2011

EXILADO EM SEU PAÍS

As ideias do único senador socialista dos Estados Unidos, Bernard Sanders, ressoam nos movimentos das ruas e, finalmente, chegam à grande mídia. Por Mônica Dias Martins, professora da UECE.

DISCÍPULOS DE GOEBBELS CONTRA A SÍRIA

A desestabilização do governo sírio não é apenas fruto de descontentamentos internos: integra o grande jogo em torno do domínio neocolonial do Oriente Médio. Por Domenico Losurdo, professor da Universidade de Urbino.

A CRISE E AS ARMAS DO IMPÉRIO

A crise da dívida pública estadunidense não afeta o poderio militar. Obama não ousaria cortes significativos nos gastos de Defesa sob pena de destroçar sua legitimidade interna. Por Manuel Domingos Neto e Thomas Ferdinand Heye, professores do INEST/UFF.

A PRIVATIZAÇÃO DO EURO

O endividamento na zona do euro beneficia os negócios privados e enfraquece os Estados, com graves danos à democracia. Por Rabah Benakouche, professor da UFSC.

CRISE EUROPÉIA E (DES)GOVERNANÇA INTERNACIONAL

Redução de dívidas ou austeridade? O tempo corre e as alternativas para o enfrentamento da crise da União Européia tornam-se mais difíceis. Por Alex Jobim Farias, professor da PUC-Rio.

Edição número 2, 10 de novembro de 2011

 THE CLIENTELE OF MILITARY

Professor  da Cornell University, Benedict  Anderson examina o profissionalismo militar na contemporaneidade.

OS GENERAIS QUE PRECISAMOS (I)

Manuel Domingos Neto, professor do Instituto de Estudos Estratégicos (INEST/UFF), disserta sobre os oficiais generais necessários ao Brasil de todos.

QUE PENSER DE LA RÉUNION DU G20 TENUE À CANNES?

Pierre Salama, professor da Universidade de Paris XIII, comenta  os intentos de Sarkozy na reunião do G-20 em Cannes.

EXISTE UMA POLÍTICA NACIONAL DE DEFESA?

Eduardo Brick, professor do Instituto de Estudos Estratégicos (INEST/UFF),  questiona a objetividade da  política nacional de defesa.

O CONFLITO NO TIPNIS

Gustavo Guerreiro, indigenista da FUNAI e pesquisador do Observatório das Nacionalidades, examina as tensões entre o Estado e os povos indígenas na Bolívia.

EVO MORALES E A DIFÍCIL (RE)FUNDAÇÃO DO ESTADO PLURINACIONAL DA BOLÍVIA

Clayton Mendonça Cunha Filho, doutorando  pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ (IESP-UERJ), pesquisador do Observatório Político Sul-Americano e do Observatório das Nacionalidades, avalia as vicissitudes de Evo Morales.

Número 1 – 17  de Outubro de 2011

A BELA MORTE EM SIRTE

Manuel Domingos Neto

Como se explica a resistência daqueles que nos são apresentados como “leais ao ditador Kadafi”?

A NAÇÃO EM ÁFRICA

Iraê Baptista Lundin

A definição arbitrária das fronteiras pelo colonizador dificulta a construção das nacionalidades na África.

MUDANÇAS DE ENVERGADURA

Williams Gonçalves

Caminha-se rapidamente para a definição de nova moldura dos movimentos de cooperação e conflito cena internacional.

LÍNGUA E IDENTIDADE NACIONAL

Luís Cláudio Villafañe G. Santos

No âmbito da CPLP, apenas no Brasil e em Portugal a língua portuguesa é de uso corrente para mais de noventa por cento de suas populações.

DEPOIS DE FUKUSHIMA

Odilon Marcuzzo do Canto

O acidente no Japão não deve desestimular nem apequenar os esforços brasileiros em busca do pleno desenvolvimento na geração nucleoelétrica.

GENOCÍDIO NA FRONTEIRA

Gustavo Guerreiro

A fronteira do Mato Grosso do Sul com o Paraguai e a Bolívia registra os maiores e mais dramáticos conflitos indígenas do Brasil.

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